terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

REPELENTE NATURAL CONTRA O MOSQUITO DA DENGUE !!! INTERESSE PÚBLICO !!!



Os alimentos ricos em Vitamina B1, a tiamina, são um excelente repelente natural. Por isso, antes de ir acampar ou no caso de intolerância aos repelentes farmacológicos, procurar comer mais alimentos ricos em vitaminas do complexo B, são uma boa maneira de garantir a ingestão da tiamina e aproveitar seu efeito repelente.

Os insetos além de um grande incomodo podem transmitir muitas doenças, por isso é importante utilizar uma forma de repelente mais eficaz possível para mantê-los distante.

Outra forma de garantir a ingestão de vitamina B1 suficiente é recorrer a um suplemento vitamínico.

Alguns alimentos ricos em vitamina do Complexo B são os vegetais verde escuros, arroz integral, aveia, amendoim, castanha-do-pará, lêvedo de cerveja, gema de ovo, fígado, cereais integrais.

Inicie o tratamento pelo menos dez dias antes da exposição ao insetos.

Outro método que pode ser acrescentado a alimentação é o tratamento tópico com óleo de citronela , por isso coloque de 6 a 8 gotas do óleo de citronella na água do banho ou caso queira aplicá-lo diretamente sobre a pele lembre-se de diluí-lo com óleo de amêndoa, uva ou camomila.

É uma forma antiga, natural e eficente de afastar os insetos famintos.

( Matéria Publicada no Site : http://www.tuasaude.com/ ).

*Ajude a divulgar esse tópico, a dengue pode ser fatal.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

OITO ENTRE DEZ PROTETORES SOLARES FPS 30 SÃO REPROVADOS PELA PRÓ TESTE !!!



Apenas dois entre dez protetores solares FPS 30 em loção avaliados pela Pro Teste, Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, comprovaram eficiência na proteção solar, e apenas três não apresentaram na composição o benzophenone-3, um ingrediente que já é proibido em outros países, por ser potencialmente cancerígeno.

Quatro dos protetores têm baixa proteção UVA (cujos raios atingem as camadas mais profundas da pele, causando envelhecimento precoce), mas a legislação brasileira não exige um mínimo. E cinco deles não são resistentes à luz e ao calor, perdendo a eficiência.

É o que mostra a análise publicada na revista Pro Teste de dezembro. O teste envolveu análise de rotulagem, composição, irritabilidade, hidratação, proteção, resistência a exposição solar, e teste em uso.

A associação reivindicou que seja proibido o uso da substância benzophenone-3 na composição dos produtos, ingrediente proibido em outros países, por apresentar esterogenicidade, entrar na circulação sanguínea e ser potencialmente cancerígeno.

Também está pedindo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que passe a exigir o fator UVA de no mínimo um terço do FPS do produto, assim como ocorre na Europa, e que esta informação conste no rótulo. Assim como sejam obrigatórios testes de fotoestabilidade para verificar se eles são estáveis nas condições reais de uso, durante a exposição solar.

O FPS é responsável por bloquear os raios UVB, que são mais fortes entre 10 horas e 16 horas, período não recomendado para exposição prolongada ao sol. São os principais responsáveis por câncer de pele, queimaduras e vermelhidão.

Resultados

Os protetores L'Oréal Solar Expertise e o Cenoura&Bronze foram os que se saíram melhor na avaliação de eficiência do filtro solar.

No teste de fotoinstabilidade, o FPS dos produtos foi medido antes e depois da exposição a uma temperatura de 40ºC. As marcas Avon, La Roche-Posay, Nivea, Banana Boat e Sundown foram reprovadas.

Alguns produtos, como o da Nívea, perderam 50% do seu FPS. Todos os protetores analisados são de fator 30. Após uma hora de uso, eles caíam para FPS 15. O segundo pior foi o La Roche Posay, que manteve só 62% de sua proteção indicada no rótulo. Isso não quer dizer que os produtos não oferecem proteção aos raios UVB, e sim que têm pouca resistência à luz e ao calor, segundo a associação. Além de instável à exposição solar, o Coppertone declarou um fator de proteção (30), maior do que o medido (25).

Todos as embalagens mencionavam resistência à água, mas após imersão de meia hora, a proteção do produto da Natura caiu para 30% do FPS inicial, por exemplo. O Sundown caiu para 55%.

A presença de substâncias bloqueadoras dos raios UVA - que têm incidência constante durante o dia todo - é indicada nos rótulos dos 10 produtos. Mas só três embalagens mostram o grau de proteção: Cenoura & Bronze, L"Oréal Solar Expertise e Natura Fotoequilibrio. Não há regulamentação no Brasil que obrigue a presença de substâncias bloqueadoras dos raios UVA, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Os produtos que não apresentaram na composição o benzophenone-3, ingrediente que segundo a associação já é proibido em outros países, foram o L'Oréal Solar Expertise, o Cenoura & Bronze e o Hélioblock da La Roche-Posay.

Defesa

As oito marcas de protetor solar avaliadas pela Pro Teste discordaram do resultado da pesquisa e informaram que seus produtos foram submetidos a testes científicos, aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e liberados para o comércio. Todas as empresas afirmaram que não tinham conhecimento do estudo. A L"Oréal Brasil, que representa a La Roche-Posay disse que desconhece qual "a instituição que realizou os testes" e os critérios utilizados.

A Nivea Brasil, fabricante do Nivea Sun Loção Solar Protetora informou que, como não teve acesso ao estudo, "não pode avaliar, em profundidade, detalhes sobre a metodologia e resultado do mesmo". Destacou ainda que todos os produtos da empresa são desenvolvidos sob protocolos globais de qualidade e que a loção solar protetora FPS 30 atende às exigências dos órgãos regulamentadores.

A assessoria de imprensa da Johnson & Johnson, que representa a marca Sundown, divulgou que só tomou conhecimento da análise da Pro Teste na tarde de ontem. A empresa ainda afirma que "estranha os métodos utilizados" e que usa, na formulação do protetor, uma combinação de filtros que garante a proteção UVA/UVB.

A Natura, que teve seu produto avaliado como ruim na proteção aos raios UVA, afirmou que a análise da Pro Teste difere da adotada pela Natura. E que tecnicamente não é possível compará-los, "pois fazem uso de metodologias e controles diferentes". O Estado não localizou o representante da Sun Pharmaceuticals, fabricante da marca Banana Boat. Valdir Oliveira, gerente de vendas da Arcom S/A, importadora oficial do Banana Boat Bloqueador Solar Ultra, afirmou que neste ano a empresa não comprou a linha analisada.

A Mantecorp, fabricante do Episol Loção Oil Free e do Coppertone, disse que seus produtos seguem padrões de qualidade nacionais e internacionais. A Avon, do produto Avon Sun, divulgou que a Anvisa não obriga "mencionar na rotulagem a indicação do fator de proteção UVA".

( Agência Estado / O Estado de São Paulo ).

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

SIBUTRAMINA É PROIBIDA EM TODA UNIÃO EUROPÉIA. *INTERESSE PÚBLICO !!!




A PROTESTE, Associação Brasileira de Defesa do Consumidor enviou ofício dia 27 de Janeiro, à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pedindo a suspensão da venda de medicamentos a base de Sibutramina, substância utilizada para emagrecimento, a exemplo do que foi adotado na Europa, por recomendação da Agência Europeia de Medicamentos (Emea).

Conforme novos estudos, o uso dessa substância aumenta o risco de enfarte e derrame.

Para a Associação, é insuficiente a medida adotada pela Anvisa, de alerta para os profissionais de saúde sobre os riscos do uso do produto. O consumo desses remédios para emagrecimento é elevado no Brasil ao ponto de o País liderar ranking mundial de consumo dessas substâncias, ao lado da Argentina e dos Estados Unidos, conforme relatório da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (Jife).

A decisão do comitê europeu foi baseada em um estudo realizado em 2009 com 10 mil pacientes que mostrou aumento de 16% na incidência de enfarte, derrame e parada cardíaca em pessoas com histórico de problemas cardíacos que tomaram o medicamento.

Com o resultado do estudo, denominado SCOUT (Sibutramine Cardiovascular Outcomes) o Comitê de Medicamentos para Uso Humano (CHMP) da Agência Européia considerou que medidas adicionais de restrição de uso não seriam suficientes para controlar o risco cardiovascular e recomendou a suspensão da autorização de comercialização para o medicamento em toda a União Européia.

A partir da análise do estudo, a Anvisa recomendou a contra indicação do uso de medicamentos à base de sibutramina para pacientes com perfil semelhante aos incluídos no estudo SCOUT:

a) Pacientes que apresentem obesidade associada à existência, ou antecedentes pessoais, de doenças cardio e cerebrovasculares;

b) Pacientes que apresentem Diabetes Mellitus tipo 2, com sobrepeso ou obesidade e associada a mais um fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

A Anvisa informou que por meio da Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme) fará nova avaliação do estudo, com o objetivo de investigar os níveis de segurança do medicamento em pacientes com perfis distintos dos já estudados. Só após essa avaliação a Agência decidirá se manterá o nível de alerta atual, ampliará as contra indicações e as restrições de venda ou se proibirá a substância no País.

Nos Estados Unidos, não houve a proibição da fabricação e venda do medicamento. O FDA solicitou a inclusão de novas contraindicações na bula do produto, para informar que a sibutramina não deve ser usada em pacientes com história de doença cardiovascular.

A sibutramina foi desenvolvida na década de 80 como antidepressivo, agindo em áreas do cérebro que controlam não somente o humor e sensação de bem estar, como também o apetite. No Brasil, é classificada como medicamento sujeito a controle especial (Portaria 344/98) e a sua venda exige a retenção de uma via da receita nas farmácias e drogarias.

Com base nesse estudo, a Food and Drug Administration (agência que regula medicamentos nos Estados Unidos) decidiu que deverá ser incluída na bula uma contra indicação para pacientes com cardiopatias.

No Brasil, embora a bula do medicamento já mencione como possíveis eventos adversos a elevação da pressão arterial e arritmias cardíacas, a única contra indicação é para pessoas com histórico de anorexia.

No ano passado, a Anvisa recebeu 37 notificações de eventos adversos do uso de sibutramina, 14 relacionadas a problemas cardiovasculares, ainda não houve mortes.

( Matéria Publicada no Site Oficial da PRO TESTE, associe-se já : http://www.proteste.org.br/ ).